Quem trabalha com logística e embalagem de papelão sabe: o maior custo não está na caixa, mas na carga perdida. O filme stretch comum estica pouco e rasga nos cantos vivos do papelão, deixando a carga exposta à humidade do armazém. Em 72 horas, o cartão perde até 40% da sua rigidez original, comprometendo toda a estabilidade do empilhamento. É aí que entram os tombamentos e as reclamações dos clientes.
A nossa linha de produção de filme stretch de 3 camadas foi desenvolvida para resolver isso na raiz. Ela produz um filme coextrusado com taxa de estiramento real de 200-300% – não aquele número inflado de catálogo. Na prática, isso significa que o filme envolve os cantos afiados das caixas como uma segunda pele, sem micro-rupturas. A camada intermediária é a chave: confere uma memória elástica que mantém a tensão constante, mesmo após o impacto do garfo no transporte interno.
O resultado? A barreira contra a umidade é efetiva. O papelão mantém sua integridade estrutural por semanas, mesmo em docas de carga com variação climática. Para o operador do paletizador, a diferença é tangível: o filme não "recua" após a aplicação, eliminando a necessidade de dar voltas extras – economiza até 18% de material por palete. A estabilidade do empilhamento chega a suportar alturas críticas sem deformar as caixas inferiores, algo que gerentes de armazém valorizam no inventário.
Isso não é especulação de laboratório. Em clientes como fábricas de cerâmica e distribuidores de autopeças, onde as caixas são pesadas e os cantos são agressivos, a redução de avarias chegou a 7%. O filme de 3 camadas, produzido com resinas específicas, oferece a resistência à punção que o mercado exige. A máquina opera com extrusoras sincronizadas que garantem a homogeneidade do filme em toda a bobina – sem pontos fracos. A questão para você, comprador, é simples: prefere continuar cobrindo paletes ou começar a protegê-los de verdade?

