No coração de um centro de triagem logística de e-commerce, o gargalo muitas vezes está na zona de expedição. Enquanto a esteira corre e os pedidos se acumulam, a embalagem manual ou com equipamentos desatualizados gera rupturas de filme, consumos excessivos e, o pior, falhas na proteção da carga. Um palete mal unitizado significa produtos danificados, clientes insatisfeitos e prejuízos diretos no seu EBITDA.
A nossa linha de produção de filme stretch de 5 camadas é a espinha dorsal da solução. Desenvolvida especificamente para a demanda agressiva do e-commerce, ela produz um filme com estratificação precisa de polímeros. O resultado? Uma membrana com resistência à tração superior (medida em N/cm², não em ‘micragem’ genérica), punctura extrema e força de retenção excepcional, mesmo com cargas irregulares típicas de kits promocionais ou volumes heterogêneos. Isso elimina o desperdício: você usa menos filme por palete, com uma performance de contenção que reduz claims de avaria em mais de 95%.
Já o nosso sistema de empacotamento automático (máquina wrapper) é o braço executivo. Integrado à linha, ele recebe o palete e aplica o filme com tensão, sobreposição e padrão de enrolamento programáveis via HMI. A mágica está nos detalhes: sensores LiDAR ajustam a altura automaticamente, evitando o gasto inútil de filme em paletes baixos; o sistema de pré-estiramento atinge índices de até 300%, maximizando o rendimento do rolo; e a troca automática de bobinas (splicer) garante operação 24/7 sem paradas. Imagine eliminar 2 operadores por turno apenas na estação de embalagem e aumentar o throughput em até 40%.
O cenário final? Sua doca de carga opera no ritmo da sua triagem. Paletes perfeitamente unitizados, estáveis para transporte duplo ou triplo em rodovias brasileiras, com uma ‘pele’ de filme que sinaliza profissionalismo. A redução no custo por palete embalado (CPP) paga o investimento em menos de 18 meses. Para o gestor logístico, isso se traduz em previsibilidade, redução de Opex e uma blindagem contra um dos maiores riscos operacionais do setor. A pergunta que fica é: quanto sua operação está perdendo hoje com métodos ultrapassados de unitização?

